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GLOSSÁRIO DE ILUMINAÇÃO

 

ABAJUR OU LUMINÁRIA DE MESA
Luminária decorativa, para iluminação complementar, com formas e materiais diversos.

AÇO
Principal metal industrial, basicamente uma liga de ferro e carbono. É forte e resistente, fácil de soldar, porém de fácil corrosão através da ferrugem. De acordo com a quantidade de carbono, variam consideravelmente as propriedades do material (ex.: com alto teor de carbono são duros e usados na fabricação de lâminas e molas.; com baixo e médio teor, são usados para forja e solda; baixo teor são usados para arames, tubulações). A inclusão de outros metais (manganês, silício) na liga afetam ainda mais suas propriedades. A adição de cromo fornece maior rigidez mecânica e resistência à corrosão. O aço com 18% de cromo e 8% de níquel é o Aço Inoxidável.

ACRÍLICO
Acrílicos são polímeros sintéticos termoplásticos (podem ser fundidos repetidas vezes). Têm a possibilidade de ser extrudados, moldados, prensados, assumindo praticamente qualquer formato. São os polímeros de maior transparência (96%), sendo mais transparentes que o vidro.

ALUMÍNIO
O alumínio não aparece em estado puro na natureza e tem como matéria- prima principal para fabricação a bauxita, de onde se extrai o óxido de alumínio para se chegar ao alumínio. O Brasil tem extensos depósitos de bauxita, principalmente no Pará. Tem baixa densidade e é largamente empregado na fabricação dos mais diversos tipos de utensílios. É naturalmente protegido por uma fina camada de óxido de alumínio muito aderente, que o protege da corrosão, prevenindo o metal da oxidação.Suas características favoráveis ao uso em produtos de iluminação são: baixo peso, resistência à corrosão, possibilidade de pintura e anodização. É um grande condutor elétrico. É reciclável e moldável.

AR 70, AR111, AR48
São nomenclaturas da marca Osram para um tipo de lâmpadas incandescentes halógenas que funcionam em baixa tensão (12 Volts), necessitando de transformador. Possuem refletor parabólico em alumínio, garantindo alta definição e precisão de facho luminoso.

ARANDELA OU LUMINÁRIA DE PAREDE
Luminária fixada à parede.

BANHOS METÁLICOS: CROMEAÇÃO, NIQUELAÇÃO
O processo denominado galvanização, que utiliza os metais cromo ou níquel ( por serem maleáveis, densos e resistentes à corrosão) para produzir uma fina camada destes sobre os metais base (latão, aço, cobre). Os metais de acabamento são dissolvidos quimicamente dentro de um tanque carregado eletricamente, para que os metais se atraiam. Mergulha-se a peça já acabada neste tanque. Depois do banho, a peça é novamente polida e envernizada. É uma excelente maneira de proteger o metal contra corrosão e desgaste e também de garantir um acabamento excelente.

CERÂMICA
Os produtos cerâmicos são fabricados a partir de matérias-primas naturais e sintéticas. As naturais mais utilizadas industrialmente são: argila, caulim, quartzo, feldspato, talco, calcita, dolomita. As sintéticas, incluem entre outras alumina (óxido de alumínio) carbeto de silício e produtos químicos inorgânicos diversos. Dependendo do produto a ser obtido e das propriedades desejadas, as matérias-primas são selecionadas e submetidas a uma série de operações, sendo que, pelo menos em uma delas, ocorre tratamento térmico em temperaturas elevadas. Portanto, em função do tratamento térmico e das características das diferentes matérias-primas são obtidos produtos para as mais diversas aplicações. As principais etapas do processamento dos materiais cerâmicos incluem de uma forma geral a preparação das matérias-primas e da massa, a conformação, o processamento térmico e o acabamento.

COBRE
O cobre foi o primeiro metal usado pelo homem. Acredita-se que por volta de 13.000 a.C. foi encontrado na superfície da Terra em forma de "cobre nativo", o metal puro em seu estado metálico. As primeiras descobertas importantes do cobre deram-se na área compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, ao Norte do Golfo Pérsico. Nesta área, considerada como o lugar da primeira civilização do mundo, foram encontrados objetos de cobre de mais de 6.500 anos.Os Romanos designaram o cobre com o nome de "Aes Cyprium", o Metal de Cyprus, já que a Ilha de Cyprus ( Chipre ) foi uma das primeiras fontes do metal. Com o tempo, o nome se transformou em Cyprium e depois em Cuprum, originando o simbolo químico "Cu". O fato de se ter encontrado objetos de cobre tão antigos em diversos lugares do mundo é prova das propriedades únicas do metal : durabilidade, resistência à corrosão, maleabilidade, ductibilidade e fácil manejo.

COLUNA, TOCHEIRO OU LUMINÁRIA DE PISO
Luminária decorativa para iluminação geral ou complementar, apoiada no piso.

DICRÓICA
É uma lâmpada incandescente halógena que possui um refletor em vidro coberto com um revestimento dicróico, cuja finalidade é refletir a luz e deixar passar os raios ultraivioleta e infravermelhos para a parte posterior da lâmpada. A dicróica mais comum tem 50 Watts de potência e funciona em 12 Volts, necessitando de transformador. É a lâmpada mais usada para iluminação de destaque em residências.

ESTANHO
O estanho é um metal macio e brilhante, extremamente maleável. A liga principal usada em produtos para decoração consiste em 93,5% de estanho, 5% de antimônio e 1,5% de cobre.O estanho é um dos mais antigos metais conhecidos pelo homem. Existem utensílios domésticos e armas feitas em bronze ( cobre com cerca de 15% de estanho), que remontam a 3500 a.C. Originalmente confinada à Bretanha e à Espanha, a exploração de estanho alargou-se aos países da Ásia e ao Congo, Nigéria e Bolívia. Como metal puro, o estanho é usado na construção de tubos e válvulas, na fabricação de recipientes para água destilada, cerveja e bebidas carbonatadas. Pode ainda ser usado em tanques de armazenamento, fusíveis, munições e, na forma de pó de estanho, papel metalizado para envolver alimentos, além de tintas e sprays. A cassiterita é encontrada principalmente em pegmatitos ou em rochas magmáticas chamadas "greisen". O Nome cassiterita deriva da palavra grega kassiteros, que significa estanho.

ILUMINAÇÃO DE BAIXO CONSUMO
Iluminação feita com lâmpadas fluorescentes (de baixo consumo), comuns tubulares, compactas ou eletrônicas, que produzem de 3 a 5 vezes mais luz por Watt que as lâmpadas incandescentes e duram até 10 vezes mais.

ILUMINAÇÃO DE BALIZAMENTO
Tem como objetivo apenas demarcar uma passagem ou os limites de uma área, sem ofuscar. Isto pode ser feito em interiores (corredores, escadas) ou exteriores (caminhos, degraus), com aparelhos apropriados para esse fim.

ILUMINAÇÃO DE DESTAQUE
É a luz que destaca aquilo que é especial. Para fazer uma iluminação de destaque, direciona-se uma luz extra para objetos e superfícies que se deseja que sobressaiam no ambiente, através de aparelhos apropriados (spots externos ou embutidos) com lâmpadas refletoras.

ILUMINAÇÃO DIRETA
É o tipo de iluminação proporcionada por luminárias nas quais a fonte de luz é visível.

ILUMINAÇÃO GERAL
Iluminação básica, que possibilita uma circulação fácil e segura, definindo os espaços e criando um ambiente visualmente confortável. Pode ser feita com aparelhos montados no teto (pendentes, plafonds) na parede (arandelas) ou ainda com luminárias de mesa e de piso, que forneçam uma luz difusa ou indireta.

ILUMINAÇÃO INDIRETA
É o tipo de iluminação proporcionada por luminárias que usam o teto ou as paredes como refletor. Usada sozinha, produz uma sensação de pouco contraste e relevo.

LÂMPADAS DE BAIXA TENSÃO
As lâmpadas de baixa tensão (geralmente 12 Volts) necessitam de transformadores, que recebem a tensão da rede (110/220Volts) e transformam em 12 V (tensão da lâmpada).

LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS
A lâmpada fluorescente compacta possui a mesma tecnologia das fluorescentes tubulares, porém ocupa menos espaço . Consiste de finos tubos fluorescentes soldados em uma base , que funciona em conjunto com um reator .Dependendo do reator , podem ter acendimento instantâneo.

LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS ELETRÔNICAS
São lâmpadas fluorescentes compactas com reator eletrônico incorporado à base de rosca, ideais para substituição imediata das incandescentes comuns.Consistem de delgados tubos fluorescentes duplos. Têm acendimento instantâneo mas, devido a seu baixo fator de potência, são inadequadas para uso em grande escala.

LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES
Estas lâmpadas de nova geração e economizadoras de energia, são a versão moderna para a clássica forma de iluminação de baixo consumo, possibilitando uma economia de até 60% em relação às incandescentes. A alta eficiência e a longa durabilidade garantem sua aplicação nas mais diversas áreas. São lâmpadas de descarga de vapor de mercúrio em baixa pressão. O pó fluorescente que reveste a superfície interna do tubo converte a radiação ultra-violeta da corrente elétrica em luz visível. Utilizam reatores magnéticos e starters convencionais ou reatores eletrônicos que possibilitam acendimento instantâneo, maior economia de energia, maior conforto e durabilidade. Dimerizáveis apenas com reatores e controles especiais.

LÂMPADAS INCANDESCENTES COMUNS
Uma das mais antigas fontes de luz e a mais conhecida para a maioria das pessoas. Funciona com a passagem da corrente elétrica através do filamento de tungstênio que, com o aquecimento, gera luz. A qualidade da luz gerada é muito agradável para uso em áreas sociais.Exemplos: Soft, Vela, Vela Balão, Bolinha.

LÂMPADAS INCANDESCENTES HALÓGENAS / BAIXA TENSÃO
São lâmpadas incandescentes que foram incrementadas com a introdução de gases halógenos que, dentro do bulbo, combinam-se com as partículas de tungstênio desprendidas do filamento. Esta combinação somada à corrente elétrica dentro da lâmpada faz com que as partículas se depositem de volta no filamento, criando assim o ciclo halógeno. Produzem uma luz mais branca que as incandescentes comuns.As lâmpadas de baixa tensão são lâmpadas que operam em 12 Volts, necessitando de um transformador para seu funcionamento. O transformador recebe a tensão da rede (110 ou 220 Volts) e transforma em 12 Volts.Exemplos: Halógenas Pino

LÂMPADAS INCANDESCENTES HALÓGENAS / TENSÃO DE REDE
São lâmpadas incandescentes que foram incrementadas com a introdução de gases halógenos que, dentro do bulbo, combinam-se com as partículas de tungstênio desprendidas do filamento. Esta combinação somada à corrente elétrica dentro da lâmpada faz com que as partículas se depositem de volta no filamento, criando assim o ciclo halógeno. Produzem uma luz mais branca que as incandescentes comuns.Exemplos: Halógenas Palito, Halógenas Halopin TR, Baioneta, Halógenas E27

LÂMPADAS INCANDESCENTES HALÓGENAS REFLETORAS / BAIXA TENSÃO
São lâmpadas halógenas que funcionam em 12 volts e necessitam de transformador. Devido a seus refletores, apresentam alta precisão, permitindo conduzir a luz em ângulos extremamente fechados (até 4 graus), projetando-a em cones bem definidos de alta nitidez. Por isso, alcançam extraordinária intensidade luminosa, permitindo destacar e acentuar objetos, mesmo em ambientes bem iluminados.As mais conhecidas são as lâmpadas dicróicas, assim denominadas devido a seus refletores em vidro com revestimento dicróico. Além delas, nesta categoria existem também as lâmpadas AR, que possuem refletores parabólicos em alumínio.

LÂMPADAS INCANDESCENTES HALÓGENAS REFLETORAS / TENSÃO DE REDE
As lâmpadas PAR são também incandescentes halógenas refletoras, porém operam em tensão de rede, não necessitando de transformador. Brilhantes e decorativas, consistem de cápsula halógena com Refletor Parabólico de Vidro (PAR). Este refletor proporciona bastante luz com facho intenso de padrão bem definido. O vidro frontal garante a segurança do sistema e protege a lâmpada de elementos externos, por isso são muito usadas em iluminação exterior.Exemplos: Par 20, Par 30, Par 38.

LÂMPADAS INCANDESCENTES REFLETORAS
Lâmpadas com tratamento espelhado no bulbo, uma evolução das incandescentes comuns. Resultam em luz concentrada e com maior intensidade, facho bem definido. Indicadas para iluminação dirigida.Exemplos: Minispot, Compacta Lux, Dychro Âmbar / Blue

LATÃO
Uma liga de cobre e zinco. É um metal com bom peso, resistente e fácil de trabalhar. Apropriado para a produção de peças moldadas, pode ser soldado, resiste à corrosão e é mais forte que o cobre isolado.Pode ser pintado e aceita muito bem banhos metálicos como cromeação e niquelação.

LED
São diodos emissores de luz (LEDs), componentes semicondutores de tamanho bastante reduzido, normalmente utilizados na indústria automobilística, aeronáutica e de telecomunicações, que convertem energia elétrica em luz. Este processo não gera desgaste, portanto um LED não queima nunca. Existem nas cores azul, verde, vermelho ou branco (o mais sofisticado de todos, por ser uma combinação das três cores).Por emitirem pouca luz e terem consumo energético bastante reduzido, a aplicação mais frequente para os LEDs tem sido em sinalização. No momento, com a considerável redução de seus custos de produção, surgem no mercado diversos trabalhos que certamente levarão a um aumento da quantidade de produtos que utilizam LEDs.

LUMINÁRIA PARA USO EXTERIOR, POSTE, BALIZADOR
Aparelho projetado para utilização em áreas externas, cujos componentes elétricos e luminosos são resistentes à intempéries.

LUSTRES, PENDENTES
Luminárias fixadas ao teto através de fios condutores, correntes ou hastes.Com sua origem mais remota nos antigos candelabros medievais, tiveram seus dias de glória e popularidade nas décadas de 50 e 60 com o nome de lustres e até hoje representam uma das mais frequentes peças de iluminação residencial. Recentemente têm passado por um revival através de diversas combinações de materiais e acabamentos. Dependendo do desenho fornecem luz difusa ou dirigida, oferecendo muitas opções de efeitos na decoração.

NICHO
Elemento arquitetônico formado por uma cavidade na parede. Pode ter a função de abrigar objetos raros e obras de arte.

PINTURA ELETROSTÁTICA A PÓ
É a pintura à base de resinas (Epoxi, Poliéster ou Híbrida -composição de Epoxi e Poliéster), de alta resistência e durabilidade. A peça é lavada, desengordurada e passa por um tratamento químico onde os poros da superfície são abertos para receber a camada de tinta. Depois disso, não há mais contato manual com o produto. A peça é pendurada em uma gancheira e entra em uma cabine eletrostática fechada. Lá, a tinta em pó e a peça são carregadas eletricamente (positivo e negativo). O pó flutua e é atraído magneticamente à peça, criando nela uma película. Então, encaminha-se a peça ao forno. O pó funde-se e adere à peça de maneira altamente resistente e uniforme.

PLAFON OU PLAFONIER
Aparelho para iluminação geral para montagem junto ao teto.
luminária que geralmente é instalada bem próxima ao teto e serve como peça central do ambiente. Temos dois tipos de efeitos de iluminação causados pelo plafon, dependendo do material ele produz um efeito de luz indireta ou difusa.

PLÁSTICOS
Os plásticos são composições bastante complexas e diversificadas. A finalidade, o uso e a fabricação determinam qual a composição mais adequada para cada produto. Para o uso em iluminação, os plásticos têm algumas características interessantes: são excelentes isolantes térmicos, bons difusores, aceitam pigmentação através de corantes e tintas, são moldáveis e muito resistentes.Em termos gerais, plásticos são polímeros sintéticos (substâncias constituídas por unidades de uma ou duas moléculas simples -monômeros- que se repetem, formando grandes moléculas ).A maior parte dos plásticos é constituída por polímeros de produtos químicos orgânicos (baseados no carbono), derivados do petróleo, carvão ou gás natural, formados pela ação do calor, pressão e/ou algum catalisador.

PENDENTE - é uma peça funcional, mas às vezes pelo seu design pode ser uma peça mais decorativa. Esta luminária fica “pendurada” por fios elétricos ou algumas vezes acompanhada de cabo de aço em função do peso da peça. Essas peças são usadas geralmente em bancadas, mesas de refeições, laterais de camas, mezaninos e etc.

REATORES
São equipamentos usados para provocar uma determinada descarga elétrica entre dois eletrodos, num ambiente preenchido com gás. A reação do gás com os átomos liberados pelos eletrodos gera luz. A tensão necessária ao início da reação (acendimento) é superior à tensão suficiente para manter a lâmpada acesa, sem desgaste prematuro.

REATORES ELETROMAGNÉTICOS CONVENCIONAIS
São reatores que vêm acompanhados de um starter para provocar o acendimento da lâmpada, que ocorre normalmente após vários "piscos". Não permitem dimerização.

REATORES ELETROMAGNÉTICOS DE PARTIDA RÁPIDA
São reatores que dispensam o uso do starter e acendem a lâmpada imediatamente. Normalmente, prejudicam a vida da lâmpada - não permitem dimerização.

REATORES ELETRÔNICOS
Quando de boa qualidade, têm várias vantagens sobre os anteriores:dão partida imediata sem prejudicar a vida da lâmpada; alguns aumentam o fluxo luminoso da lâmpada; são mais confortáveis, pois funcionam numa freqüência muito acima dos reatores convencionais que, em certas ocasiões, parecem estar piscando sem parar. São disponíveis para a maior parte das lâmpadas fluorescentes tubulares e estão sendo introduzidos para lâmpadas compactas e algumas lâmpadas de vapor metálico. Com a ajuda de controles especiais, alguns destes reatores podem ser dimerizados. Quando de qualidade inferior, podem introduzir ruídos (interferências) na rede elétrica que prejudicam o funcionamento de outros aparelhos eletrônicos, como televisão, computadores, etc.

REFLETOR – é uma luminária um pouco mais técnica, as vezes usada em jardins, fachadas, quadras de esporte, grandes pátios ou mesmo como elemento de segurança da residência. Essa luminária como o próprio nome já diz, é um refletor, e contém uma luz forte que é refletida para uma área mais ampla.

SPOT EXTERNO
Aparelho para fixação no teto que projeta a luz em uma determinada direção. Articulado e orientável.

SPOT EMBUTIDO - Embutido – esse tipo de luminária é uma peça para embutir em forros de gesso, madeira ou pvc. Os tipos de embutidos são diversos, existem com fechamento em vidro ou acrílico, para lâmpadas fluorescentes compactas ou incandescentes; embutidos sem fechamento para lâmpadas halógenas; e embutidos direcionáveis ou não. A grande vantagem dessas luminárias é a sensação de ambiente mais limpo e clean, pois o teto fica mais “liso”.
Aparelho projetado para ser embutido em forros falsos rebaixados. Pode ser fixo ou orientável, permitindo o direcionamento do facho luminoso em qualquer direção.

SANCA
Acabamento que une a parede ao teto. Normalmente é uma moldura de gesso, madeira ou outro material, que possibilita a instalação de luz indireta ao longo das paredes, na altura do forro.

TRANSFORMADORES
Em iluminação, são usados para transformar a tensão da rede (110 ou 220 volts) na tensão de 12 v, geralmente usada pelas lâmpadas halógenas de baixa tensão.

TRANSFORMADORES ELETROMAGNÉTICOS
São os mais comuns. Sua qualidade varia muito, sem que possa ser avaliada pelo consumidor. Os principais problemas encontrados são: potência insuficiente para que a lâmpada ilumine corretamente (este defeito normalmente só aparece após duas horas de funcionamento, quando o transformador está quente). A falta de potência prejudica o ciclo halógeno e o tempo de vida da lâmpada; sobre-tensão na hora da ligada. Ocorre para tentar compensar o problema anterior, prejudicando muito a vida da lâmpada; vibrações; superaquecimento; isolamento defeituoso, gerando risco de explosão; baixa eficiência, o que aumenta o consumo do conjunto transformador-lâmpada.A fabricação de um bom transformador exige o emprego de muito material (cobre e aço silício) de boa qualidade e um equipamento industrial de precisão para assemblagem. É comum a mesma fábrica ter vários modelos de transformadores para atender as diversas faixas de mercado. Nossos transformadores são fabricados especialmente para nossas especificações e passam por um rigoroso controle de qualidade. São dimerizáveis.

TRANSFORMADORES ELETRÔNICOS
Os encontrados no mercado são geralmente de baixa qualidade, mal dimensionados, de forma que encurtam a vida da lâmpada e, pior ainda, tendem a introduzir ruídos (interferências) na rede elétrica, prejudicando o funcionamento de outros aparelhos eletrônicos, como TV e computadores.Raramente são dimerizáveis com segurança. É comum queimarem ou provocarem a queima do dimmer quando dimerizados.

Trilho – o trilho na verdade não é a luminária propriamente dita, ela é uma barra eletrificada que permite o uso dos spots direcionáveis (mencionados acima). Esse tipo de peça é ideal para galerias , pois permite uma linha única de luminárias sendo que cada ponto tem flexibilidade de locomoção e redirecionamento. Cuidado ao usar esse tipo de peça em closets, pois como é uma luz focal, ela tem maior efeito de luz e sombra, e isso prejudica na escolha das roupas no closet. Por outro lado, em galerias de artes é o tipo de iluminação mais usado, pela funcionalidade, versatilidade e o efeito cênico.

VIDRO
O vidro é uma substância sólida, frágil e translúcida, composta de polímeros inorgânicos formados por mistura de óxidos, tendo como base uma unidade de dióxido de silício (sílica), que é a substância mais abundante da crosta da terra, ocorrendo em muitos tipos de rocha.Os vidros comerciais são obtidos pela fusão da areia (sílica), calcário e soda a temperaturas entre 1400 e 1500 graus. Ao resfriar, o produto derretido torna-se muito viscoso e, por volta dos 500 graus (temperatura de transição do vidro) solidifica-se.Alterando-se as proporções dos metais e minerais (quartzo, mica, chumbo) que compõem a massa do vidro, alteram-se suas propriedades físicas. Por exemplo: as lâmpadas de quartzo (halógenas) possuem alto teor de quartzo, o que torna o vidro muito resistente ao calor, porém muito quebradiço; os cristais são vidros com menor quantidade de quartzo e maior teor de chumbo. São mais "macios", mais elásticos e permitem trabalhos artesanais mais complexos e espessuras finíssimas. A coloração dos vidros é feita através da adição de metais à massa (ouro, cobre, etc).

VIDRO DE MURANO
Desde o séc XIII a arte do vidro prosperava em Veneza. Na segunda metade do séc XV iniciou-se o desenvolvimento de uma perícia excepcional na fusão de vidros coloridos, através de alquimia e experimentação, usada para criar objetos lisos ou multicoloridos (copos, pratos, cálices). São verdadeiras obras de arte, cheias de segredos tanto nas técnicas de sopro como na coloração através da adição de metais.Longos tubos de vidro têm a ponta derretida e posteriormente são soprados como se fossem balões de gás. O resultado são vidros de grande transparência e leveza. Por serem artesanais, não oferecem grande regularidade.

VIDRO LAMINADO PLANO/CURVADO
São chapas de vidro comuns, planas. A massa do vidro é inserida em uma máquina por onde passa entre dois cilindros que a comprimem e assim é transformada em lâminas de variadas espessuras. O vidro brasileiro tradicional de construção civil tem coloração esverdeada devido à sua composição .Estes vidros são posteriormente cortados e curvados através de moldes em fornos de altas temperaturas. (ex.: bacias de vidro de plafonds). Depois são lapidados e jateados ou fosqueados com areia, para tornarem-se difusores de luz. Este processo garante por um lado o aumento da difusão da luz mas por outro lado ocorre uma perda em alcance e eficiência da lâmpada.

VIDRO OPALINO
O vidro opalino (branquinho) de excelente qualidade é feito em camadas, como um sanduíche: uma das camadas é transparente e a outra é leitosa. O melhor vidro é proveniente da Europa e é naturalmente transparente devido à sua composição (solo da região). A camada branca é feita através da adição de um composto calcáreo (cerâmico) ao vidro, que garante a perfeita difusão da luz através de suas paredes.O acabamento acetinado é dado através de um banho ácido (diferente do jato de areia), que deixa uma superfície regular e sedosa no vidro.

VIDRO PRENSADO
Quando o vidro está em estado líquido, é prensado entre duas partes de um molde, possibilitando diversos formatos e superfícies elaboradas.. Esta fabricação ocorre somente em grandes quantidades, devido ao grande investimento em moldes e fornos, e produz vidros mais resistentes a impactos e choques térmicos. Suas paredes são mais grossas e o processo elimina as tensões internas das moléculas do vidro, pois a massa já é acomodada no molde no formato definitivo.

VIDRO PRISMÁTICO
É um tipo de vidro prensado em molde. Os diversos tipos de prismas permitem direcionar o facho luminoso de acordo com sua forma e distribuição na superfície do vidro.

VIDRO SOPRADO EM MOLDE
Através da técnica do sopro produzem-se também vidros industriais soprados em moldes, com a mesma elegância e leveza dos vidros de Murano, porém com maior regularidade dimensional e possibilidade de uso em série. Este processo artesanal/industrial é o responsável pela maioria dos vidros opalinos dos produtos

VOLTAGEM
Medida em Volts (V), é a tensão da corrente ou rede elétrica que encontramos na tomada ou ponto de luz. Normalmente a corrente elétrica residencial tem de 110 a 220 Volts. Lâmpadas que tenham voltagem diferente precisam de transformadores ou reatores.

WATT
Medida de consumo. É a quantidade de energia consumida por um aparelho.